A cianose é um sinal de que o sangue está com menos oxigênio do que deveria em determinada região do corpo. As causas podem ser insuficiência respiratória, problemas circulatórios, doença pulmonar, entre outras condições que afetam a oxigenação do sangue.
Existem dois tipos de cianose, cada um com suas especificidades. A central está relacionada à pele e às mucosas, enquanto a periférica, como o próprio nome indica, afeta as extremidades, principalmente mãos e pés.
Para explicar quais são as características de cada uma, as formas de tratamento e prevenção, o blog do Dr. Fábio Rocha elaborou um conteúdo completo sobre o assunto. Saiba mais!
A cianose acontece quando a quantidade de hemoglobina sem oxigênio no sangue chega a um nível que gera consequências visíveis nos tecidos, com a mudança da pele para uma coloração azulada.
A mudança na cor da pele pode ser acompanhada por outros sintomas, que ajudam a avaliar a gravidade do quadro. Resfriamento da pele, fadiga, dificuldade de respiração, tontura e aumento da frequência cardíaca são sintomas gerais, presentes na cianose central e na periférica.
Para que seja feito o tratamento adequado, é preciso saber diferenciá-las e entender as particularidades de cada uma.
Na cianose central, o problema ocorre na oxigenação do sangue pelos pulmões ou na sua circulação para o resto do corpo, ou seja, o sangue já chega às artérias com menos oxigênio.
O principal sintoma é a coloração azulada em regiões como os lábios, a língua e as mucosas. Isso acontece porque são áreas muito vascularizadas, sendo que a falta de oxigênio no sangue é capaz de alterar suas colorações.
A redução na saturação de oxigênio pode ser detectada pela oximetria, além da possibilidade de dispneia intensa (sensação de falta de ar), provocada pelo esforço do organismo em compensar a má oxigenação com uma respiração mais intensa.
Outras condições, como ruídos respiratórios e alteração no nível de consciência, podem indicar a presença de outras doenças e demandam atendimento médico o quanto antes.
A cianose central pode ser causada por diversos fatores. Os principais são doenças pulmonares, problemas cardíacos, alterações na hemoglobina e situações como afogamento, asfixia ou até altitudes extremas.
No caso da cianose periférica, o problema não está no oxigênio no sangue em si, mas em sua chegada até as extremidades do corpo. É por conta dessa diferença que, apesar de serem dois tipos do mesmo sinal clínico, suas causas e manifestações são bastante diferentes.
Assim como na central, o principal sintoma é o aspecto azulado da pele, mas nas extremidades do corpo, como mãos, pés, unhas e nariz. Essa diferença ajuda a distinguir a cianose central da periférica e facilita o diagnóstico.
Além disso, o resfriamento da pele nos locais com falta de oxigênio e a sensação de formigamento ou dormência também podem estar presentes.
A redução do fluxo sanguíneo para as partes mais distantes do corpo pode ser causada por exposição ao frio, cansaço extremo, desidratação severa, doenças que afetam a circulação, insuficiência cardíaca e tromboses.
Como vimos, as possíveis causas da cianose periférica são muitas, assim como na central. Porém, nesse caso, o aquecimento das áreas afetadas pode ajudar a circulação a voltar ao normal. De qualquer forma, o acompanhamento médico é essencial para identificar a origem dos sintomas.
Algumas medidas podem funcionar como prevenção, ajudando a diminuir o risco de cianose. Como é uma condição relacionada à oxigenação e à circulação, os principais cuidados têm a ver com elas.
Listamos os pontos mais importantes para ajudar você a evitar a cianose e cuidar da sua saúde do jeito certo:
O Dr. Fábio Rocha é um angiologista e cirurgião vascular formado pela USP-Ribeirão Preto. Ele oferece atendimentos personalizados e com foco no paciente, além de tratamentos eficazes e comprovadamente seguros.
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